Procurei-te no meio do mar e já lá não estavas. Estou no meio da floresta e encontrei uma árvore viva. Tubarões nadam entre flores venenosas. Também cá não estás. O vento não canta na tua direcção.
Deito-me numa nuvem de algodão - que agradável. O sangue que me escorria os olhos estagnou. Ardem, mas estão abertos. Aprecio agora a árvore.
O espelho da minha alma está baço. Não me encontro. Sucumbiu a vontade oculta que me afastava os lábios: agora estão juntos. Desaparece. Desaparece!
Mas diz algo antes de ires, minha incerteza constante.

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